terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vencedor "Conto de Natal"



O Natal do Gnomo

Era uma vez um gnomo chamado João Silva que era muito pequeno, comilão e adorava comer chocolates. O Pai Natal tinha sempre muitos chocolates nas caixinhas para dar às crianças. E o sonho do gnomo era encontrar uma montanha de chocolate.
Um dia o gnomo, como gostava de chocolates, assaltou o Pai Natal. O gnomo sentou-se debaixo de uma árvore e comeu-os todos. Um senhor ia a passar na rua e encontrou o gnomo. Foi logo denunciá-lo ao Pai Natal. Este deu-lhe um grande sermão! Então, a partir deste dia, o gnomo prometeu que ia fazer boas acções.
Nessa cidade, havia uma criança que era pobre e estava sozinha. Decidido a ajudá-lo, começou a trabalhar para ver se ganhava dinheiro para abrigar a criança. Resolveu vender figuras de Natal muito bem trabalhadas e bastante valiosas. Ao fim de um mês já tinha o dinheiro suficiente para abrigar a criança. Esta agradeceu muito o seu trabalho, dedicação e boa acção.
Quando o Pai Natal soube da boa acção, começou a tratar da surpresa para o gnomo. Chegou ao dia de Natal, o Pai Natal ofereceu ao gnomo uma enorme montanha de chocolate. O gnomo ficou muito contente por concretizar o seu sonho.

Elaborado por:
Eliseu Lopes, nº2;
João Costa, nº6;
João Massa, nº7;
João Silva, nº8.
Curso: Técnico de Energias Renováveis 1º Ano

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Editorial

Caros leitores,

No nosso dia-a-dia acontecem imensas coisas que nos marcam, que são dignas de registo ou de serem recordadas e é, muitas vezes, através das palavras que nós exteriorizamos o que sentimos perante estes momentos.
Assim sendo, as palavras, boas ou más, bonitas ou menos interessantes, transportam com elas, quer queiramos, quer não, sentidos e sensações que podem sempre diferir e ganhar novos valores, dependendo de quem as coloca no papel ou de quem as lê.
É neste contexto que surge o Blogue do Grupo de Formadores de Português, que pretende complementar a nossa Escola, ainda criança, mas com tanto para dar!
Por isso, querendo dar à Palavra a importância que esta merece e o valor que lhe deve ser reconhecido todos os dias, queremos fazer deste local o ponto de encontro das palavras do mundo, independentemente dos seus sentidos, das suas cores, das suas origens e dos seus destinos! Aqui, neste blogue, as palavras têm voz e pretendem não só dar esperança aos nossos silêncios, como também revestir de força os nossos gritos… porque as palavras nos unem, criam laços e são emoções vivas!
Para tal, porque acreditamos que a Escola é um espaço de transmissão de conhecimentos, mas, sobretudo, um local onde convergem vivências, experiências e sentimentos, vamos apresentar aqui uma pequena amostra do nosso quotidiano que, de uma forma ou de outra, nos mantém em contacto uns com os outros, ligados uns aos outros! Aqui, nos Laços Literários, vamos guardar alguns momentos especiais que queremos manter e que podem ser textos de formandos concebidos nas aulas de Português com um determinado objectivo ou, simplesmente, textos compostos como exemplo de uma simples partilha. Não faltarão, claro está, as frases vencedoras da nossa actividade mensal, a Frase do Mês, cujos resultados em muito nos têm alegrado, bem como tantos outros momentos a registar!
Esperamos que se mantenham ligados a nós e que saibam e queiram manter aberta esta janela, onde o saber se alia à partilha e, juntos, abrem portas para aquilo que nos une: eis-nos perante os Laços Literários!
Venham participar e visitar-nos!
Boas leituras e até breve!

O Grupo de Formadores de Português

COMENTÁRIO VENCEDOR DA FRASE DO MÊS DE NOVEMBRO

"Existe apenas um cantinho do Universo que podemos melhorar e, esse, encontra-se dentro de nós próprios."

Aldous Huxley
No meu canto, canto e desencanto.
Penso e deixo-me levar no pensamento de cada momento, de cada gesto, de cada milésimo de tempo que levava a pensar em ti.
Tenho um canto onde me perco horas e mais horas, aconchegado a ti, tentando desaparecer em cada parede.
Longe, muito longe… vai aquele tempo em que este canto era meu e nele permanecia a tua ausência.
Fechado, muito fechado… de tal maneira que até para mim era indisponível, já que nele não havia qualquer intimidade para com o exterior.
Cheio, completamente cheio… está o meu canto agora, pois o meu canto, com o passar do tempo, mudou, ou seja, tudo se encaixa, batendo certo, tudo passa a fazer sentido, como se encaixam as peças de um puzzle e como se encaixassem por si mesmas.
Alegria, tristeza, todos os sentimentos permaneciam no meu canto, era como uma essência maravilhosa, e fazia-me bem lá permanecer.
Tudo é lindo, tudo é triste, tudo é perfeito, tudo é imperfeito, é ir vivendo e ajustando cada gesto, cada toque, cada pormenor, para que, futuramente, tudo isto seja bem projectado… num único sítio, sítio este que é o meu canto!
Para mim, a vida é um encanto, precisamente por viver no meu canto…

Diogo Silva, turma de Técnico de Topógrafo- Geómetra (1º ano)